Part 17
367 _pintisirgo_ = _pintasilgo_.
410 _grauisca_. Vicente appears to have coined the word from _grave_ and _arisca_.
427 Fronteira, a village of nearly 3000 inh. in the district of Portalegre. Monsarraz is of about the same size, in the district of Evora.
435 _tinhosa cada mea hora_. Cf. Jorge Ferreira de Vasconcellos, _Aulegrafia_, f. 89: _he hũa tinhosa que ontem guardava patas em Barquerena_.
440 _cartaxo_. Cf. _Aulegrafia_, f. 10: _figo bafureiro em unhas de cartaixo_.
443 A pleasant sketch of the presumptuous peasant, then become a common type in Portugal. Felipa considers that to marry a shepherd would be beneath her and her heart leaps up when she beholds a courtier in velvet slippers.
462 The hermit was of course a part of the stock-in-trade of mediaeval plays. He appears in Vicente as early as 1503 (_Auto dos Reis Magos_). The most interesting alteration in the heavily censored (1586) edition of the _Serra da Estrella_ is not the excision of over a hundred lines about the evil-minded hermit but the substitution in l. 100 of _un rey_ for _Dios_. Regalist Vicente would never have allowed himself to say that 'a king sometimes acts awry.'
530 For _amigo_ we should probably read _marido_ to rhyme with _atrevido_.
564 _moxama_ = salted tuna (Sp. _mojama_ or _almojama_).
566 Cf. J. Ferreira de Vasconcellos, _Aulegrafia_ (1619), f. 84: _sejais bem casada com a filha do juiz_.
608 Sea, Cea or Ceia, a pleasant little town of some 3000 inh. in the heart of the Serra. (Sea, Sintra, etc. is the 16th cent, spelling, now restored.)
616 Gouvea or Gouveia in the same district and about the same size as Sea. The three other Gouveas in Portugal are smaller villages.
621 Manteigas, a small picturesque town immediately below the highest part of the Serra and nearly 2500 ft above sea-level.
623 Covilham, a larger town (15000 inh.), still known for its cloth factories.
652 Sardoal has about 5000 inh. For its ancient reputation for dancing cf. _O Juiz da Beira_:
Eu bailei em Santarem, Sendo os Iffantes pequenos, E bailei no Sardoal.
666 This _cossante_ needs for its completion a fourth verse. This was so obvious that it was omitted in the writing of the play.
684 _Esse he outro carrascal_, a rural form of the phrase _une autre paire de manches_. The contrast is between the rustic _cossante_ and the more 'cultivated' or Court _cantigas_ that follow (_Ja não quer_ and _Não me firais_).
711 The _chacota, chacotasinha_ was a peasant's dance accompanied by a simple song the structure of which answered to the movements of the dance. Here, however, it is danced to the sound of the organ and the words of a Court song in which, nevertheless, the repetition of the rustic _dance-cossantes_ is preserved.
724 Cf. _Farsa de Ines Pereira_: _Eu vos trago um bom marido...diz que em camisa vos quer_ (= 'sans dot').
FOOTNOTES:
[155] _Triunfo do Inverno_ (1529), l. 13-25.
LIST OF PROVERBS IN GIL VICENTE'S WORKS
A amiga e o amigo mais aquenta que bom lenho III, 127 A candea morta gaita á porta II, 215 Ado corre [el río] más manso allí está más peligroso II, 169 Amor louco, eu por ti e tu por outro I, 139 Ante a Pascoa vem os Ramos III, 124 A ruim comprador llevar-lhe ruim borcado I, 160 Asegundo sam os tempos assi hão de ser os tentos I, 103 Asegun fuere el señor ansi abrirá camino a ser servido II, 86 Asno muerto cevada I, 279 10 Asno que me leve quero e nam cavalo folão III, 154 Ausencia aparta amor II, 276 Bem passa de guloso o que come o que não tem III, 370 Cada louco com sua teima III, 135 Caza mata el porfiar III, 302 Come e folga terás boa vida I, 343 Dá-me tu a mi dinheiro e dá ao demo o conselho I, 167 Del mal lo menos I, 231 Donde vindes? D'Almolina. Que trazedes? Farinha. Tornae lá, que nam é minha III, 107 Dormirei, dormirei, boas novas acharei II, 26 20 El amor verdadero, el más firme es el primero II, 275 El diabo no es tan feo como Apeles lo pintaba II, 267 El que pergunta no yerra I, 69 É melhor que vamos sos que nam mal acompanhadas II, 525 Em tempo de figos nam ha hi nenhuns amigos III, 370 Fala com Deus, serás bom rendeiro I, 344 Filho nam comas nam rebentarás I, 343 França e Roma nam se fez num dia I, 335 Frol de pessegueiro, fermosa e nam presta nada II, 40 Grão a grão gallo farta III, 249 30 Maior é o ano que o mes III, 124 Mais quero asno que me leve que cavalo que me derrube III, 121 Mata o cavalo de sela e bo é o asno que me leva III, 130 Nam achegues á forca nam te enforcarão I, 343 Nam comas quente nam perderás o dente I, 343 Nam peques na lei nam temerás rei I, 344 Nam sejas pobre morrerás honrado I, 344 Nam se tomam trutas a bragas enxutas III, 177 No se cogen las flores sino espina sofriendo III, 322 Nos ninhos d'ora a um ano nam ha passaro ogano III, 370 40 O dar quebra os penedos I, 237 Onde força ha perdemos direito I, 310 O que ha de ser ha de ser II, 16; III, 144, 295 O que nam haveis de comer leixae-o a outrem mexer III, 137 Pared cayada papel de locos III, 336 Perdida é a decoada na cabeça d'asno pegada III, 166 Pobreza e alegria nunca dormem n'hũa cama II, 518 Por bem querer mal haver I, 135 Porfia mata caza II, 301 Poupa em queimada bem pintada e mal lograda II, 40 50 Pusóse el perro em bragas de acero III, 334 Quando perderes põe-te de lodo I, 344 Quando te dam o porquinho vae logo c'o baracinho II, 466 Quem bem renega bem cre I, 271 Quem bem tem e mal escolhe por mal que lhe vem nam se enoje III, 150 Quem casa por amores nam vos é nega dolores I, 128 Quem chora ou canta más fadas espanta I, 343 Quem com mal anda chore e nam cante I, 343 Quem com mal anda nam cuide ninguem que lhe venha bem I, 343 Quem espera padece III, 382 60 Quem muito pede muito fede III, 372 Quem nam faz mal nam merece pena I, 343 Quem nam mente nam vem de boa gente I, 343 Quem nam parece esquece III, 382 Quem nam pede nam tem III, 382 Quem porcos acha menos em cada mouta lhe roncam (cf. III, 26) III, 279 Quem quer fogo busque a lenha III, 371 Quem quiser comer comigo traga em que se assentar III, 371 Quem sempre faz mal poucas vezes faz bem I, 344 Quem so se aconselha so se depena I, 343 70 Quereis conhecer o ruim dae-lhe o oficio a servir II, 390 Quien al cordojo se dió más cordojo se lhe pega I, 12 Quien canta no tiene tormento II, 453 Quien no anda no gana II, 117 Quien no se aventura no espere por ventura II, 116 Quien paga los trabajos dé el afan II, 85 Se nada ganhares nam sejas siseiro I, 344 Se sempre calares nunca mentirás I, 343 Se tu te guardares eu te guardarei I, 344 Sob mao pano está o bom bebedor I, 162 80 Sol de Janeiro sempre anda traz do outeiro II, 40 Todo o mal é de quem o tem I, 337 Todos los caminos a la puente van a dar III, 198 Una cosa piensa el bayo y otra quien lo ensilla III, 369 Viguela sin lanza, etc. III, 295 Vilão forte, pé dormente III, 12
BIBLIOGRAPHY OF GIL VICENTE[156]
(1) _Catalogo dos Autores_ ap. _Diccionario da Lingua Portugueza_ (1793), p. cxxviii-ix.
(2) F. BOUTERWEK. _Geschichte der portugiesischen Poesie_ (1805), p. 85-115. Eng. tr. (1823), p. 85-111.
(3) F. M. T. DE ARAGÃO MORATO. _Memoria sobre o theatro portuguez_ (1817), p. 46-58.
(4) J. ADAMSON. _Memoirs of ... Camoens_ (1820), vol. I, p. 295-7.
(5) J. F. DENIS. _Résumé_ (1826), p. 152-64.
(6) J. C. L. SIMONDE DE SISMONDI. _De la littérature du midi de l'Europe_ (1829), vol. IV, p. 449-57.
(7) J. V. BARETTO FEIO and J. GOMES MONTEIRO. _Ensaio sobre a vida e obras de G. V._ (_Obras_, ed. 1834, vol I, p. x-xli; 1852 ed. vol. I, p. x-l).
(8) A. HERCULANO. _Origens do theatro moderno. Theatro portugues até aos fins do seculo XVI._ (_Opusculos_, vol. IX, p. 75-84. Reprinted from _O Panorama_, 1837.)
(9) H. HALLAM. _Introduction to the Literature of Europe_ (Paris, 1839), vol. I, p. 205-6, 344.
(10) J. H. DA CUNHA RIVARA. _Epitaphios antigos_ in _O Panorama_, vol. IV (1844), p. 275-6.
(11) E. QUILLINAN. _The Autos of G. V._ in _The Quarterly Review_, vol. LXXIX (1846), p. 168-202.
(12) LUDWIG CLARUS [pseud. i.e. Wilhelm Volk]. _Darstellung der spanischen Literatur im Mittelalter_ (1846), vol. II, p. 344-56.
(13) C. M. RAPP. _Die Farças des G. V._ in H. G. Prutz, _Historisches Taschenbuch_, 1846.
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(29) J. I. BRITO REBELLO. _A Custodia do Convento dos Jeronymos_ in _O Occidente_ (1880), p. 145-203.
(30) TH. BRAGA. _G. V. Ourives e Poeta_ in _O Positivismo_, vol. II (1880), p. 348-76; vol. III, p. 129-39; repr. in _Questões de litt. e arte port._ (1881), p. 190-225.
(31) _Diccionario universal Portuguez Illustrado_, vol. I (1882), p. 1884-1904, s.v. _Auto_.
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(36) GALLARDO. _Ensayo_, tom. IV (1889), col. 1565-8.
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(39) VISCONDE DE OUGUELLA. _G. V._ Lisboa, 1890.
(40) A. SCHAEFFER. _Geschichte des Spanischen Nationaldramas_ (1890), vol. I, p. 26-33.
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(46) VISCONDE JULIO DE CASTILHO. _Mocidade de G. V. (O Poeta)._ Lisboa, 1896.
(47) D. JOÃO DA CAMARA. _Natal e G. V._ in _O Occidente_, vol. XIX (1896), p. 282-5.
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(49) E. PRESTAGE. _The Portuguese Drama in the Sixteenth Century: G. V._ in _The Manchester Quarterly_, vol. XVI (July 1897).
(50) M. MENÉNDEZ Y PELAYO in _Antología de poetas líricos_, tom. VII (1898), p. clxiii-ccxxv.
(51) TH. BRAGA. _G. V. e as origens do theatro nacional._ Porto, 1898.
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(53) VISCONDE J. DE CASTILHO and A. BRAAMCAMP FREIRE, _Indices do Cancioneiro de Resende e das Obras de G. V._ Lisboa, 1900. Repr. in G. V. _Obras_, vol. III (1914).
(54) J. DA ANNUNCIAÇÃO [† 1847]. _G. V._ in _Revista Lusitana_, vol. VI (1900), p. 59-63.
(55) G. A. DE VASCONCELLOS ABREU. _Contos, Apologos e Fabulas da India: influencia indirecta no Auto de Mofina Mendez de G. V._ Lisboa, 1902.
(56) A. R. GONÇALVEZ VIANA. _Lusismos no castellano de G. V._ in _Revista do Conservatorio Real de Lisboa_ (1902). Repr. in _Palestras Filolójicas_ (1910), p. 243-67.
(57) J. I. BRITO REBELLO. _G. V._ in _O Occidente_, vol. XXV (1902), p. 122-3.
(58) DAMASCENO NUNES. _G. V. e o theatro nacional_ in _O Occidente_, vol. XXV, p. 127-8.
(59) TH. BRAGA. _G. V. e o nacionalismo_ in _Revista de Guimarães_, vol. XIX (1902), p. 53-5.
(60) C. MALHEIRO DIAS. _G. V. Algumas determinantes do seu genio litterario_ in _Revista de Guimarães_, vol. XIX, p. 57-66.
(61) A. F. BARATA. _G. V. e Evora._ Evora, 1902.
(62) J. LEITE DE VASCONCELLOS. _G. V. e a linguagem popular._ Lisboa, 1902.
(63) G. DE ABREU. _G. V. A independencia do seu espiritu_ in _Revista de Guimarães_, vol. XIX, p. 84-96.
(64) _G. V. e a fundação do theatro portuguez_ [three articles in _O Diario de Noticias_, June 7, 8, 9, 1902].
(65) A. HERMANO. _G. V._ in _Revista de Guimarães_, vol. XIX, p. 71-83.
(66) J. I. BRITO REBELLO. _Ementas Historicas. II. G. V._ Lisboa, 1902.
(67) W. E. A. AXON. _G. V. and Lafontaine._ London and Dorking, 1903.
(68) F. M. DE SOUSA VITERBO. _G. V. Dois traços para a sua biographia_ in _Archivo Historico Portuguez_, anno 1 (1903), p. 219-28.
(69) J. RIBEIRO. _G. V._ in _Paginas de Esthetica_ (1905), p. 77-83.
(70) CONDE DE SABUGOSA. _Auto da Festa_ (_Explicação previa_, p. 7-94). Lisboa, 1906.
(71) CONDE DE SABUGOSA. _Um auto de G. V. Processo de Vasco Abul_ in _Embrechados_ (1907), p. 65-80.
(72) A. L. STIEFEL. _Zu G. V._ in _Archiv für das Studium der neueren Sprachen_, vol. CXIX (1907), p. 192-5.
(73) SILEX [i.e. A. Braamcamp Freire]. _G. V., Poeta-ourives_ in _O Jornal do Commercio_, Feb. 5-9, 14, 19, 1907.
(74) J. MENDES DOS REMEDIOS in _Obras de G. V._, vol. I (1907), _Prefacio_, p. v-lix.
(75) C. MICHAËLIS DE VASCONCELLOS. _Estudos sobre o romanceiro peninsular_ (1907-9), p. 318-20.
(76) J. J. NUNES. _As cantigas parallelisticas de G. V._ in _Revista Lusitana_, vol. XII (1909), p. 241-67.
(77) M. A. VAZ DE CARVALHO in _No meu cantinho_ (1909).
(78) J. DE SOUSA MONTEIRO. _Estudo sobre o 'Auto Pastoril Castelhano' de G. V._ in _Boletim da Segunda Classe da Ac. das Sciencias de Lisboa_, vol. II (1910), p. 235-41.
(79) J. LEITE DE VASCONCELLOS in _Lições de Philologia Portuguesa_ (1911), p. 355-60.
(80) O. DE PRATT. _O Auto da Festa de G. V._ in _Revista Lusitana_ (1911), p. 238-46.
(81) _Sobre um verso de G. V._ in _Diario de Noticias_ (1912); Repr. in _Revista Lusitana_ (1912), p. 268-89.
(82) A. BRAAMCAMP FREIRE. _G. V._ in _Diario de Noticias_, Dec. 16, 1912.
(83) J. I. BRITO REBELLO. _G. V._ Lisboa, 1912.
(84) C. MICHAËLIS DE VASCONCELLOS. _Notas Vicentinas I_ in _Revista da Universidade de Coimbra_, vol. I (1912), p. 205-93.
(85) J. M. DE QUEIROZ VELLOSO. _G. V. e a sua obra._ Lisboa, 1914.
(86) A. LOPES VIEIRA. _A Campanha Vicentina._ Lisboa, 1914.
(87) F. DE ALMEIDA. _A Reforma protestante e as irreverencias de G. V._ in _Lusitana_, anno 1 (1914), p. 207-13; Repr. in _Historia da Igreja em Portugal_, vol. III, pt 2 (1917), p. 119-226.
(88) A. BRAAMCAMP FREIRE. _G. V. poeta-ourives. (Novas notas.)_ Coimbra, 1914.
(89) TH. BRAGA. _G. V. e a creação do theatro nacional_ in _Hist. da Litt. Port. II. Renascença_ (1914), p. 36-102.
(90) C. MICHAËLIS DE VASCONCELLOS. _Notas sobre a canção perdida Este es calbi orabi_ in _Revista Lusitana_ (1915), p. 1-15.
(91) J. CEJADOR Y FRAUCA. _Hist. de la lengua y lit. castellana_ (1915), vol. I, p. 457-60.
(92) F. DE FIGUEIREDO. _Caracteristicas da litt. portuguesa_ (1915), p. 27-30. Eng. tr. (1916), p. 18-22.
(93) O. DE PRATT. _Sobre um verso de G. V._ Lisboa, 1915.
(94) A. LOPES VIEIRA. _Autos de G. V._ (1916), _Prefacio_, p. 9-30.
(95) J. I. BRITO REBELLO. _A proposito de G. V._ in _Boletim da Segunda Classe da Ac. das Sciencias de Lisboa_, vol. X (1916), p. 315-8.
(96) W. S. HENDRIX. _The 'Auto da Barca do Inferno of G. V.' and the Spanish 'Tragicomedia Alegórica del Parayso y del Infierno'_ in _Modern Philology_, vol. XIII (1916), p. 173-84.
(97) A. BRAAMCAMP FREIRE. _G. V., trovador, mestre da balança_ in _Revista de Historia_, Nos. 21, 22, 24, 25, 26 (1917-8).
(98) A. COELHO DE MAGALHÃES. _Tentativas pedagógicas. II. A obra vicentina no ensino secundario_ in _A Águia_, Nos. 67-8 (1917), p. 5-16.
(99) A. A. MARQUES. _G. V. e as suas obras._ Portalegre, 1917.
(100) F. DE FIGUEIREDO. _Hist. da Litt. Classica_ (1917), p. 61-108.
(101) C. MICHAËLIS DE VASCONCELLOS. _Notas Vicentinas II_ in _Rev. da Univ. de Coimbra_, vol. VI (1918), p. 263-303.
(102) C. MICHAËLIS DE VASCONCELLOS. _Notas Vicentinas III_, _ib._ vol. VII (1919), p. 35-51.
FOOTNOTES:
[156] For a more detailed account of some of the works here recorded see C. Michaëlis de Vasconcellos, _Notas Vicentinas I_ (1912).
CHRONOLOGICAL TABLE OF GIL VICENTE'S LIFE
G.V.'s Life Order of G.V.'s Plays Contemporary Events