I.
Gentil, engraçado infante Nos teos jogos inconstante, Que tens tão bello semblante, Que vives sempre a brincar, --Dos teos brinquedos te esqueces Á noitinha,--e te entristeces Como a bonina,--e adormeces, Adormeces a sonhar!
Gentil, engraçado infante Nos teos jogos inconstante, Que tens tão bello semblante, Que vives sempre a brincar, --Dos teos brinquedos te esqueces Á noitinha,--e te entristeces Como a bonina,--e adormeces, Adormeces a sonhar!