XIII.
Louco, julguei adornar-me Com palmas d’alta virtude! Que tinha eu bronco e rude Co’o que se chama ideal? O meo eras tu, não outro; Estava em deixar minha vida Correr por ti conduzida, Pura, na ausencia do mal.
Louco, julguei adornar-me Com palmas d’alta virtude! Que tinha eu bronco e rude Co’o que se chama ideal? O meo eras tu, não outro; Estava em deixar minha vida Correr por ti conduzida, Pura, na ausencia do mal.