VI.
Nada d’isto tem o encanto, Nada d’isto póde tanto Como o risonho quebranto, Divino--do seo dormir; Que nada ha como a Donzella Pensativa, doce e bella, E a comparar-se com ella... Só de um infante o sorrir.
Nada d’isto tem o encanto, Nada d’isto póde tanto Como o risonho quebranto, Divino--do seo dormir; Que nada ha como a Donzella Pensativa, doce e bella, E a comparar-se com ella... Só de um infante o sorrir.