Chapter 26 of 141 · 131 words · ~1 min read

III.

E a mortifera peste luctuosa Do inferno rebentou, E nas azas dos ventos pavorosa Sobre todos passou.

E o mancebo que via esperançoso Longa vida futura, Doido sentio quebrar-lhe as esperanças Pedra de sepultura.

E a donzella tão linda que vivia Confiada no amor, Entre os braços da mãi provou bem cedo Da morte o dissabor.

E o tremulo ancião qu’inda esperava Morrer assim Como um fructo maduro destacado D’arvore emfim,

Sentio a morte esvoaçar-lhe em torno, Como um bulcão, Que affronta o nauta quando avista a terra Da salvação.

Era deserta a villa, a casa, o templo-- Ar de morte soprou! Mas a casa dos vis nos seos delirios Ebria continuou!

«E Deos maldisse a terra criminosa, «Maldisse os homens d’ella, «Maldisse a cobardia dos escravos «Dessa terra tão bella.»