IV.
Ou por ventura es contente, Porque no sonho, que mente, Phantasiaste innocente Algum dos brinquedos teos!... Senhor, tens bondade infinda! Fizeste a aurora bem linda, Creaste na vida ainda Um’outra aurora dos céos.
Ou por ventura es contente, Porque no sonho, que mente, Phantasiaste innocente Algum dos brinquedos teos!... Senhor, tens bondade infinda! Fizeste a aurora bem linda, Creaste na vida ainda Um’outra aurora dos céos.