XII.
Enganei-me!...--Horrendo cháos Nessas palavras se encerra, Quando do engano, quem erra, Não póde vóltar atraz! Amarga irrisão! reflecte: Quando eu gozar-te pudera, Martyr quiz ser, cuidei qu’era... E um louco fui, nada mais!
Enganei-me!...--Horrendo cháos Nessas palavras se encerra, Quando do engano, quem erra, Não póde vóltar atraz! Amarga irrisão! reflecte: Quando eu gozar-te pudera, Martyr quiz ser, cuidei qu’era... E um louco fui, nada mais!