II.
A brisa que murmura na folhagem, As aves que pipitão docemente, A estrella que desponta, que rutila, Com duvidosa luz ferindo os mares, O sol que vai nas agoas sepultar-se Tingindo o azul dos céos de branco e d’oiro; Perfumes, murmurar, vapores, brisa, Estrellas, céos e mar, e sol e terra, Tudo existe comtigo, e tu es tudo.