IV.
Eis o aço da guerra lampeja, Do fogoso corsel o nitrido, Eis o bronzeo canhão que rouqueja, Eis da morte represso o gemido.
Já se aprestão guerreiros luzentes, Já se enfreião corseis bellicosos, Já mancebos se partem contentes, Augurando a victoria briosos.
Brilha a raiva nos olhos;--nas faces O interno rancor pódes ler; Eia, avante!--clamarão os bravos, Eia, avante!--ou vencer ou morrer!
Eia, avante!--briosos corramos Na peleja o imigo bater; Crua morte na espada levamos! Eia, avante!--ou vencer ou morrer!
Eis o aço da guerra lampeja, Do corsel bellicoso o nitrido, Eis o bronzeo canhão que rouqueja E da morte represso o gemido.