VII.
E aquelles que inda sãos e immunes erão, Os que a peste engeitou, Que fome e sede e privações soffrerão... A espada decepou.
E a donzella tremeo, da mãi nos braços Não salva ainda, Que incitava os prazeres do soldado A face linda.
E o fido amante, que de a ver tão bella Sentio prazer, Sente martyrios por que a vê formosa No seo morrer.
Coisa alguma escapou!--Já tudo é cinzas, Tudo destruição: A columna, o palacio, a casa, o templo, O templo da oração!
Meninos, homens e mulheres,--todos Já rojão sobre o pó; Mas o Deos, o Deos bom já está vingado, Por ella já sente dó.
E a villa d’outr’ora mais ruidosa, Lá resurgio cidade; Por que o Deos da justiça, o das armadas, O Deos é de bondade.
* * * * *
QUADRAS DA MINHA VIDA.
RECORDAÇÃO E DESEJO.
AO MEO BOM AMIGO O DR. A. REGO.
Sol chi non lascia eredità d’affetti Poca gioia ha dell’urna. FOSCOLO.