Chapter 28 of 141 · 96 words · ~1 min read

V.

E a selva vomitou homens sem conto A voz do omnipotente, Como a neve hibernal que o sol derrete, Engrossando a corrente.

E em redor d’essa villa se estreitarão, Cingidos d’armadura; E a villa se doeo no intimo seio De tão acre amargura.

Mas os fortes bradarão:--Eia, avante!-- Promptos a batalhar; Mas o braço e valor ante os imigos Se vierão quebrar.

E um anno inteiro sem cessar lutarão, Cheios de bizarria, Como dois crocodilos que brigassem D’um rio a primazia!

E renderão-se emfim, mas de famintos, De sequiosos; Valentes lidadores forão elles, Se não briosos.