V.
E a selva vomitou homens sem conto A voz do omnipotente, Como a neve hibernal que o sol derrete, Engrossando a corrente.
E em redor d’essa villa se estreitarão, Cingidos d’armadura; E a villa se doeo no intimo seio De tão acre amargura.
Mas os fortes bradarão:--Eia, avante!-- Promptos a batalhar; Mas o braço e valor ante os imigos Se vierão quebrar.
E um anno inteiro sem cessar lutarão, Cheios de bizarria, Como dois crocodilos que brigassem D’um rio a primazia!
E renderão-se emfim, mas de famintos, De sequiosos; Valentes lidadores forão elles, Se não briosos.