XVI.
Dóe-te de mim, que t’imploro Perdão, a teos pés curvado; Perdão!... de não ter ousado Viver contente e feliz! Perdão da minha miseria, Da dôr que me rala o peito, E se do mal que te hei feito, Tambem do mal que me fiz!
Dóe-te de mim, que t’imploro Perdão, a teos pés curvado; Perdão!... de não ter ousado Viver contente e feliz! Perdão da minha miseria, Da dôr que me rala o peito, E se do mal que te hei feito, Tambem do mal que me fiz!