XXIV.
Potiguares, que a aurora risonha Vio nação numerosa e potente, Não já povo na tarde medonha, Mas só restos d’um povo infeliz! Insepultos na terra inclemente Muitos dormem; mas ha quem lh’inveja Essa morte do bravo em peleja, Quem a vida do escravo maldiz!