Chapter 39 of 141 · 68 words · ~1 min read

II.

Oh! como é grande o Senhor Deos, que os mundos Equilibra nos ares; Que vai do abysmo aos céos, que susta as iras Do pelago fremente, A cujo sopro a maquina estrellada Vacilla nos seos eixos, A cujo aceno os cherubins se movem Humildes, respeitosos, Cujo poder, que é sem igual, excede A hyperbole arrojada! Oh! como é grande o Senhor Deos dos mundos, O Senhor dos prodigios.