XV.
Es d’outro agora, e p’ra sempre! Eu a misero desterro Volto, chorando o meo erro, Quasi descrendo dos céos! Dóe-te de mim, pois me encontras Em tanta miseria posto, Que a expressão deste desgosto Será um crime ante Deos!
Es d’outro agora, e p’ra sempre! Eu a misero desterro Volto, chorando o meo erro, Quasi descrendo dos céos! Dóe-te de mim, pois me encontras Em tanta miseria posto, Que a expressão deste desgosto Será um crime ante Deos!